4ª edição do livro Dicionário Biográfico Cangaceiros e Jagunços é publicada em junho


Em março de 2018, se Virgulino Ferreira da Silva estive vivo, se comemoraria 100 anos de seu pseudônimo Lampião. Ano, também, de lembrança dos 80 anos de sua morte e de sua companheira Maria Bonita. Por este motivo, o tema Cangaço está sacudindo o Nordeste brasileiro, a exemplo dos eventos em São José de Belmonte e Floresta – PE organizado pelo grupo Cariri Cangaço de Fortaleza e tantos outros na pauta de discussão pública brasileira e a Bahia, berço do Brasil, não poderá ficar de fora.

O livro Dicionário Biográfico Cangaceiros e Jagunços é obra de notada relevância para a historiografia brasileira. O livro apresenta um vasto trabalho de pesquisa de campo de Renato Bandeira em arquivos públicos, cidades do interior da Bahia e entrevistas com populares das regiões por onde passaram os cangaceiros. Condensa a biografia resumida de 1.459 cangaceiros, 112 cangaceiras e 179 jagunços e apresenta uma iconografia riquíssima. Nesta terceira edição foram inseridas 145 fotografias originais dos cangaceiros, casais e grupos e subgrupos, sendo que 108 fotos são individuais com o nome de cada cangaceiros.

A primeira edição da obra, publicada em 2014 pelo próprio autor, esgotou-se num prazo recorde de 6 meses, numa tiragem de 1.000 mil exemplares e venda direta com o autor, sem qualquer tipo de publicidade.  A obra apresentava biografia de 952 cangaceiros em 368 páginas em preto e branco. A segunda edição ampliada e revisada foi lançada no ano seguinte e esgotou-se em apenas um ano. Depois de mais 2 anos de pesquisa, desta vez nos arquivos públicos de Recife, a obra chegou a terceira edição no início do ano e em junho já é lançada a quarta edição digna da comemoração de 100 anos de Lampião, com mais 40 páginas inéditas e 30 fotografias de cangaceiros também inéditas, totalizando 475 páginas, com capa colorida, através da Editora Sollar.

Estão previstos lançamentos em várias cidades do Nordeste, consagrando o Dicionário Biográfico Cangaceiros e Jagunços como uma contribuição indispensável da Bahia para o Brasil.

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